Dados registram crescimento econômico no Brasil em todas as classes sociais

Apesar de ser um dos países com maiores desigualdades econômicas no mundo, o Brasil consolida uma realidade esperançosa para o futuro. Os dados mostram pela terceira vez consecutiva que todas as classes sociais estão sendo cada vez mais “ricas” em comparação ao passado.

Crescimento econômico no Brasil

Com um modelo econômico semelhante ao que vive a pior crise da história na Europa, os brasileiros têm projetado para que, a partir dos mais pobres, que têm melhorado a sua situação a um ritmo sem precedentes, até os ricos –que somam 20 milhões, e serão 30 milhões em 2014 – todos avancem.

Os números divulgados pelos técnicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que assessora asa Presidência da República, assim o asseguram.

Nove anos “Trabalhadores”

 

No aniversário de nove anos de governo do Partido dos Trabalhadores (oito de Lula e um de Dilma), o governo anunciou a entrada em vigor de “a terceira geração de programas sociais, que se propõe a seguir, transferindo a renda para quem mais precisa e, ao mesmo tempo, dar às famílias um amplo leque de oportunidades que mais se encaixam ao seu talento”, segundo o anúncio.

O grande salto nas políticas sociais tem sido a chamada “classe C” –a população com renda entre 1.000 e 3.500 dólares – que somaram 30 milhões de brasileiros, provenientes dos estratos mais pobres.

Através do novo programa aponta para tirar da pobreza extrema outros 16 milhões de brasileiros.

No outro extremo, o número de integrantes da classe “A”, os que ganham mais do que o equivalente a 5.500 dólares mensais, também está em alta.

Mesmo em maio a globalização, o Brasil se recusa a internacionalização da sua empresa, promove a sua cultura interna a todo o ritmo, o que equivale a que os ricos, que passaram a estar no topo dos consumidores mundial, só atrás dos “tigres” asiáticos, gastam seu dinheiro portas para dentro.

Somente cinco milhões de brasileiros saem de passeio fora do Brasil a cada ano. Enquanto isso, o consumo de produtos de alta gama, de indústria nacional, cresceu 20% ao ano.

São Paulo tem a segunda maior frota de helicópteros particulares do mundo e a venda de automóveis desportivos Porsche aumentou 3.200% .Somente com esses dados já dá para ter a noção da diferença, não é mesmo?

O que os historiadores e cientistas sociais estão preocupados em saber é quanto esse enriquecimento é saudável, afinal, algumas consequências de colocar dinheiro na mão de despreparados é acabar fazendo o medido tomar decisões precipitadas em relação a economia.

A exemplo está os modelos de privatização da aposentadoria, por exemplo, o que levantou entre muitas polêmicas a discussão da dificuldade da grande massa popular não saber como investir em seu futuro a partir de outros meios que não pelo Estado, como lhe conveio a vida toda.

 

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